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Assassin’s Creed Revelations – O fardo de Ezio Auditore da Firenze

Postado em: AnálisesGamesNotíciasPlaystation 3Xbox 360
Por Renan em 13/abr/2012

Assassins Creed Revelations é quarto jogo da franquia de assassinos para Xbox 360, Playstation 3 e PC. Lançado em outubro desse ano, o game prometia grandes revelações, o que no final das contas foram feitas, mas não de forma conclusiva.

Mas além do fechamento de algumas pontas da história que foram abertas ao longo dos games da franquia, Revelations traz a conclusão da história de Altäir Ibn la Ahad e de Ezio Auditore da Firenze. O destino de Altäir e Ezio são muito semelhantes na questão de estarem lutando por algo que eles mesmos desconhecem e não ter noção do poder do segredo que a legião de assassinos vem guardando ao longo de milhares de anos. No final das contas, eles sabem que tem de protege-lo para que não caia em mãos erradas.

Altair Assassins Creed

Altäir Ibn la Ahad, protagonisa do primeiro Assassins Creed

A saga de Altäir é finalizada durante a história de Revelations: Ezio precisa encontrar 5 chaves para abrir a biblioteca que fora guardada por Altäir com o segredo que ele manteve consigo por anos. A cada chave encontrada, é possível reviver as memórias de Altair desde o exato ponto quando ele assassina seu mentor que está ludibriado pela maçã do Éden, passando por perdas familiares, descobertas e traições.

Em Assassins Creed II, Ezio, o protagonista mais trabalhado da série, ainda é um adolescente, portanto tem que lidar com a perda de um pai logo cedo e acaba tendo que deixar um pouco de lado sua vida de conquistador e malandro e descobrir quem realmente era o seu progenitor e buscar vingança contra os que realizaram tal crime. Daí se inicia sua carreira como assassino: Depois de descobrir que os templários estavam envolvidos, ele vai atrás de vingança e percebe que seu pai era apenas mais uma peça de uma contenda que já durava incontáveis anos. Ou seja, no final das contas, ele não escolheu a vida de assassino como muitas vezes o próprio afirma durante o jogo.

Ezio x AltairE percebemos de forma mais clara o paralelismo da história dos nossos heróis assassinos: Ambos perdem suas famílias e precisam lutar e descobrir pelo que lutam e ainda poder vingar seus entes queridos. Como a história de Ezio é a mais detalhada, podemos acompanhar de perto suas perdas amorosas, traições, mortes de familiares e amizades que são criadas ao longo do caminho como a de Leonardo Da Vinci autor de uma frase que resume bem a vida de Auditore: “Nossa vida é feita da morte de outros.”.

E entre perdas, conquistas e dúvidas, Auditore percebe que enquanto for um assassino, todos que estiverem a sua volta correrão perigo de morte sendo esse é o maior fardo que ele deve carregar e aprender a conviver com isso, pois se não for a sua família ou entes queridos a sofrerem com isso, será o mundo inteiro.

Ezio Auditore da Firenze

Ezio Auditore da Firenze

E o jogo Assassins Creed: Revelations é isso, um fardo. Um fardo tanto para o jogador quanto para Ezio. Ambos já estão cansados dessa situação de mistérios da legião de assassinos: O que eles protegem? O porquê protegem? Até quando e onde eu/Ezio preciso seguir para obter uma resposta? Sempre passando pelos mesmos perigos, assassinando ditadores e capachos para proteger algo que fez nosso herói perder entes queridos sem ao menos saber o porquê!

No final, só queremos passar correndo pelo jogo para tirar esse peso das costas do Ezio, que acaba por perceber que é apenas uma ferramenta em uma caixa cheia delas. Auditore só deve levar a mensagem adiante, mesmo sem compreender do que ela se trata e acaba sendo assombrando por fantasmas do passado, vivendo sempre em alerta a possíveis, ou até mesmo imaginárias, ameaças à sua família.

No fim, restam apenas cinzas de um lendário mensageiro e assassino que não passava de uma ferramenta usada para passar adiante uma mensagem que não foi completamente entregue ao jogador.

http://www.youtube.com/watch?v=Rvj4Bo5iBec


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2 Comentários

  1. mateus Assassin disse:

    eu gostei do revelations e odiei o AC III(pra mim acabaram com um grande jogo. A vestimenta do Cornno fico um lixo). Pra mim o dos melhores foi o AC II e I(que nao joguei) gostei muito da historia do Ezio Auditore da Firenze e queria que fosse ele no AC III mais uma pena que nao foi. Falow

  2. bom e meio ki chato o final do ezio mas fazer oq ele e altair foram uma lenda principalmente altair eu num ligava muito pra ele pq eu achava ezio mais rapido,eficiente,carismatico mas no revelation falou tudo como no proprio tituolo diz revelaçao entendi o pq do altair ser tao fechado e vi durante o jogo sua sabedoria e sua eficacia com as palavras o cara e muito fodaad nao me trancaria numa biblioteca para morrer la ele foi e morreu por isso ki no jogo ele foi o primeiro personagem por conter uma estimativa alta de sabedoria e por isso altair pra mim ALTAIR SERIA:HONRA , e EZIO:VINGANÇA

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